Porque não restringimos setores e tecnologias

A grande maioria dos gestores de fundos de venture capital apresenta sua tese de investimento com critérios fechados em relação a setores e tecnologias das empresas que analisam. Eles selecionam alguns mercados que consideram mais atrativos e tecnologias que tenham maior familiaridade para restringir as oportunidades de investimento que serão analisadas. Continue lendo “Porque não restringimos setores e tecnologias”

Meus 5 insights mais importantes pós Vale do Silício

Depois de uma temporada de 2 semanas fora do país, os posts voltam no ritmo de antes, e o tema da vez não poderia deixar de ser sobre a viagem que fiz para a Califórnia e ao Vale do Silício.

Embora eu tenha ficado 90% do meu tempo em São Francisco, descobri, graças a explicação da minha nova amiga Wal, do Acontece no Vale, que São Francisco, tecnicamente, não fica no Vale do Silício, mas hoje os dois vivem uma simbiose em termos de negócios e, por isso, vou usar apenas um termo. Continue lendo “Meus 5 insights mais importantes pós Vale do Silício”

Gestão de participações societárias

A maioria dos empreendedores que eu conheço só aprende a gerenciar as participações societárias da sua empresa depois de cometer alguns erros ou passar por uma briga de sócios. Antes disso ninguém dá muita bola para essa questão, que no final acaba se mostrando muito importante. Continue lendo “Gestão de participações societárias”

A empatia entre investidor e empreendedor faz diferença?

Na maioria das vezes observamos que os critérios de seleção de empresas mais divulgados e discutidos são os mais objetivos, como tamanho do mercado e competências dos empreendedores. Mas um dos elementos mais decisivos e menos estudados é a empatia entre investidores e empreendedores. Ou seja, a capacidade de cada um em compreender emocionalmente o outro e se darem bem, socialmente falando. Continue lendo “A empatia entre investidor e empreendedor faz diferença?”

17 categorias de investidores de startups

No intuito de ajudar quem está captando investimento a pensar fora da caixa, resolvi detalhar todas as categorias de investidores que existem no mercado de empresas inovadoras nascentes e emergentes.

1. Investimento próprio

Você e seus sócios sempre são os primeiros financiadores do negócio. Sejam com recursos oriundos das suas economias, seguro desemprego, FGTS, venda de bens ou até herança, essa é disparada a opção mais comum de financiamento de empresas. Continue lendo “17 categorias de investidores de startups”

Toda captação de investidor é uma venda

Muita coisa na vida pode ser encarada como uma venda: um processo de conquista da pessoa amada, uma negociação entre colegas de trabalho e, porque não, uma captação de investidores.

É verdade que os processos de venda hoje estão muito sofisticados. O trabalho está cada vez mais especializado e as ferramentas são abundantes. De toda forma, vou tentar fazer um paralelo entre um processo de venda genérico, de sete fases, e a captação de investidores. Continue lendo “Toda captação de investidor é uma venda”

Porque não investimos em produtos

Observamos com certa frequência três dilemas clássicos nas empresas que buscam investimento conosco: Quantidade de produtos, Diversificação dos mercados-alvo e Evolução da visão de longo prazo.

A princípio, esses três pontos podem não ter uma relação direta tão óbvia, mas para nós têm. E eu explico. Continue lendo “Porque não investimos em produtos”

O momento ideal para fazer o Plano de Negócios

É muito comum encontrarmos conteúdo na internet discutindo a morte ou não do Plano de Negócios. Para nós, a utilidade do plano é indiscutível, o que importa mesmo é o formato, a qualidade do conteúdo e o timing (tanto da sua construção quanto da sua apresentação para investidores).

Neste post explicarei a nossa visão sobre o melhor momento para construir esse documento. O formato, o conteúdo e a hora certa de apresentá-lo para investidores serão explorados em outros textos. Continue lendo “O momento ideal para fazer o Plano de Negócios”

Afinal, o que é venture capital?

O venture capital é definido como o investimento feito por profissionais, investidores de longo prazo, que injetam recursos financeiros em troca de participação societária (ações) em pequenas empresas privadas, com alto potencial de crescimento, almejando o ganho de capital.

O termo não tem tradução literal em português. A melhor tradução para “venture” seria “empreendimento de risco”. No início, usava-se muito a expressão “capital de risco” no Brasil para fazer referência ao mesmo conceito, mas hoje em dia o mercado tem preferido usar o termo “capital empreendedor”, por ser mais amigável e menos agressivo. Continue lendo “Afinal, o que é venture capital?”

Nossos 11 critérios para avaliar os empreendedores

A qualidade dos empreendedores é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Portanto, como dizem: investir em empresas nascentes e emergentes, mais do que qualquer outra coisa, é um investimento em pessoas.

Mas como os gestores de venture capital avaliam os empreendedores?

A seguir, listo os 11 principais critérios de avaliação de empreendedores usados por investidores. Junto a cada um deles uma breve explicação de quando e como apresentar cada uma dessas características. Continue lendo “Nossos 11 critérios para avaliar os empreendedores”