Os parâmetros comuns e os menos conhecidos de uma tese de investimento

Uma tese de investimento, no contexto de investidores de startups e fundos de venture capital, é o conjunto de parâmetros que balizam o processo decisório. São os pré-requisitos que as empresas e empreendedores devem apresentar para passar no primeiro filtro dos investidores. Geralmente são protocolos simples, nos quais as respostas qualificam rapidamente uma oportunidade e definem seu avanço ou não para as próximas fases de análise do investidor. Na maioria das vezes, as respostas são quantitativas ou afirmativas. Continue lendo “Os parâmetros comuns e os menos conhecidos de uma tese de investimento”

Quando assinamos o acordo de confidencialidade

Acordo de confidencialidade, o famoso NDA (Non-Disclosure Agreement ou Acordo de Não Divulgação), é um documento, geralmente solicitado por empreendedores para investidores, que determina que ambos ficam proibidos de divulgar qualquer informação que seja trocada entre as partes no decorrer da análise da oportunidade de investimento. Continue lendo “Quando assinamos o acordo de confidencialidade”

O que todos os nossos investimentos têm em comum?

Certa vez me perguntei o que realmente fez a Bzplan investir nas empresas que investiu, que critérios usou. Fiz uma lista genérica, independente de modelo de negócios ou setor de atuação, na qual nada estivesse explícito em nossa tese de investimento.

Depois de analisar a lista de fatores, percebi que muitas dessas características eram comuns a todas as empresas em que já investimos. Continue lendo “O que todos os nossos investimentos têm em comum?”

Porque não restringimos setores e tecnologias

A grande maioria dos gestores de fundos de venture capital apresenta sua tese de investimento com critérios fechados em relação a setores e tecnologias das empresas que analisam. Eles selecionam alguns mercados que consideram mais atrativos e tecnologias que tenham maior familiaridade para restringir as oportunidades de investimento que serão analisadas. Continue lendo “Porque não restringimos setores e tecnologias”

Porque não investimos em produtos

Observamos com certa frequência três dilemas clássicos nas empresas que buscam investimento conosco: Quantidade de produtos, Diversificação dos mercados-alvo e Evolução da visão de longo prazo.

A princípio, esses três pontos podem não ter uma relação direta tão óbvia, mas para nós têm. E eu explico. Continue lendo “Porque não investimos em produtos”

Nossos 11 critérios para avaliar os empreendedores

A qualidade dos empreendedores é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Portanto, como dizem: investir em empresas nascentes e emergentes, mais do que qualquer outra coisa, é um investimento em pessoas.

Mas como os gestores de venture capital avaliam os empreendedores?

A seguir, listo os 11 principais critérios de avaliação de empreendedores usados por investidores. Junto a cada um deles uma breve explicação de quando e como apresentar cada uma dessas características. Continue lendo “Nossos 11 critérios para avaliar os empreendedores”

Empreender sozinho: porque preferimos equipes com mais de um fundador

Os desafios de empreender

Não há dúvida de que empreender é uma tarefa árdua e muitas vezes solitária. Realmente, se fosse fácil, qualquer um faria, mas não precisa ser solitária. Eu entendo que equipes de sócios complementares entregam, em média, resultados superiores a empreendedores sozinhos. Toda regra tem exceção, é claro, mas uma tese de investimento é construída muito com base na probabilidade de sucesso de suas variáveis combinadas. Nesse caso, acreditamos que empresas com mais de um fundador têm maior probabilidade de sucesso. Continue lendo “Empreender sozinho: porque preferimos equipes com mais de um fundador”